domingo, 23 de maio de 2010

Psicologia Escolar

A Psicologia Hospitalar é mais uma das áreas de atuação da psicologia. Ela atua em instituições de saúde, com um atendimento e prestação de serviços a nível secundário e a nível terciário da atenção à saúde, a nível primário fica sobre responsabilidade do Programa Saúde da Família (PSF). O Psicólogo Hospitalar também pode atuar em instituições de ensino, visando um aperfeiçoamento ou a especialização de profissionais nesta área.

Oferece e desenvolve atendimento e diferentes atividades em diferentes níveis de tratamento, mas tendo como foco o acompanhamento e avaliação dos processos psíquicos do paciente que tem que enfrentar um procedimento médico, visando a promoção e recuperação do paciente em nível físico, emocional e psicológico. O psicólogo não deve diagnosticar a doença, mas sim o que a doença faz o paciente sentir.

E afinal de contas qual o objetivo da Psicologia Hospitalar?
Bem, ela visa trabalhar os pacientes, como também seus familiares, com qualquer faixa etária, em sofrimento psíquico por conta da doença, da internação e do tratamento. Como já foi dito ela não se limita apenas a assistência, ela também vai para a educação e para a pesquisa. Na questão da educação ela visa um aperfeiçoamento profissional de outros profissionais de nível médio ou superior, quanto na pesquisa é tentar desenvolver novas maneiras pesquisas cientificas na área da saúde, bem como sua publicação.


Autor (a): Angélica dos Santos

Psicologia da Saúde

A psicologia da saúde, que tem por objetivo a promoção e manutenção da saúde e a prevenção da doença, resulta da integração das contribuições específicas de diversas áreas do conhecimento psicológico (psicologia clínica, psicologia comunitária, psicologia social, psicobiologia) que tinham por objetivo a promoção de saúde e a prevenção em todos seus níveis.
Outro objetivo é difundir uma visão biopsicossocial de cada indivíduo, entendendo-o como parte fundamental para a qualidade de vida social. A prevenção de doenças mentais significa criar estratégias para evitar o seu aparecimento. Um de seus desafios é elaborar projetos que visem o bem-estar social, para que as psicopatologias sejam evitadas, amenizadas ou bem aceitas pela comunidade.
A intervenção de psicólogos na saúde, além de contribuir para a melhoria do bem-estar psicológico e da qualidade de vida dos clientes dos serviços de saúde, pode também contribuir para a redução de internações hospitalares, diminuição da utilização de medicamentos e utilização mais adequada dos serviços e recursos de saúde .
Finalmente, também é esperado que o psicólogo contribua na relação da equipe multidisciplinar dos profissionais de saúde e sirva de mediador entre eles e os pacientes.



Autor (a): Angélica dos Santos

Psicologia Clínica

A psicologia clínica estuda transtornos mentais, seus temas incluem a etiologia, classificação, diagnostico apidemologia, intervenção: prevenção, aconselhamento, psicoterapia, reabilitação, acesso à saúde, avaliação e é umas das áreas mais famosas da psicologia, por esse motivo muitas pessoas se admiram quando descobrem que existem outras áreas de atuação dessa profissão. A psicologia clínica estuda principalmente o comportamento humano, ou seja, estuda as maneiras de lidar com diferentes personalidades. A psicologia clínica pode ajudar ao ser humano a lidar com seus diferentes problemas tanto eles pessoais como sociais, os seus relacionamentos com pessoas e fatos, as suas decisões, aflições, e também é estudada para o tratamento de problemas com alto nível de complicação como as psicopatologias e os psicossomáticos, que são definidas como doenças de causas psicológicas.

A psicologia clínica possui uma área de atuação muito grande, por esse motivo é de grande importância separa suas áreas em: Transtornos mentais, psicodiagnostico, intervenção psicológica, ética em psicologia clinica e psicologia da reabilitação.

No trabalho com os pacientes p psicólogo clínico deverá utilizar uma abordagem psicológica para desenvolver suas atividades, e entre essas abordagens estão à comportamental, a psicanálise, a gestalt, dentre outras. Além disso, também é possível realizar aconselhamento, psicológico, orientação familiar, arientação vocacional e psicodiagnostico.

O psicólogo clínico não se limita aos aspectos psicopatológicos, mais também se estende a prevenção, redução das situações de risco e a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

Autor: José Gustavo Melo

Psicologia Escolar

A Psicologia Escolar é uma área da Psicologia que tem suscitado inúmeras reflexões acerca da identidade dos profissionais que nela atuam sobretudo, a necessidade de uma redefinição do papel do psicólogo na escola e de reestruturação da formação acadêmica. A definição, sobre a qual o objetivo básico do psicólogo escolar é “ajudar a aumentar a qualidade e a eficiência do processo educacional através das aplicações dos conhecimentos psicológicos”.

A atuação como psicóloga escolar abrange as seguintes atividades: observações dos alunos em diferentes momentos a fim de obter dados sobre o desenvolvimento de cada criança durante o bimestre, supervisões quinzenais com professores para discutir aspectos específicos de determinados alunos (comportamento e falta de limites, sobretudo), reuniões com pais. Entre as dificuldades encontradas para, a inserção psicologia escolar, ressalta-se o desconhecimento por parte dos pais e da instituição quanto ao papel efetivo deste profissional. Sabem que o papel não é clínico, mas ao mesmo tempo não vêem o psicólogo como um facilitador das relações de ensino-aprendizagem.

O psicólogo escolar deve articular teoria e prática; diagnosticar o contexto escolar e propor a execução de um plano de ação, encarar a prática como pesquisa e produção de conhecimento, buscar aprimoramento constante, saber trabalhar em equipe multidisciplinar, desenvolver atividades de transformação social, propiciar saúde mental, conquistar um lugar e transformar as expectativas é um trabalho diário que envolve: a diferenciação constante dos papéis, a construção de uma parceria efetiva com direção e coordenação, demonstração de conhecimento sobre a realidade escolar, embasamento teórico. E, sobretudo, consistência na fala e nas ações e a realização de intervenções pertinentes.



Autor (a): Karla Christine Farias

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Para que serve a terapia?

. Para ajudar as pessoas a lidar com as próprias "neuras". A terapia já foi considerada um tratamento exclusivo para distúrbios psicológicos sérios, como a esquizofrenia. Mas essa ideia ficou ultrapassada e hoje a técnica é procurada tanto por pessoas que têm depressão e ansiedade quanto por aquelas que apenas querem se conhecer melhor. A terapia foi criada no fim do século 19 pelos médicos Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise, e Josef Breuer, que ficou menos conhecido porque acabou desistindo das pesquisas.
Funciona assim: no consultório, você desabafa sobre tudo o que a incomoda. Com base nisso, usando métodos específicos, o terapeuta a ajuda a entender o que sente e por que age de determinadas formas. Atualmente, há mais de 400 técnicas diferentes de terapia. Nem todas são reconhecidas, mas pelo menos 20 são testadas cientificamente.

As principais:

1- Comportamental: O terapeuta ajuda o paciente em questões pontuais, como enfrentar o medo de viajar de avião e medo de barata. Também é a melhor técnica para quem tem manias. Costuma ser mais rápida que as outras e as melhoras podem aparecer em menos de um ano.

2- Cognitiva: Trata da forma como a pessoa se vê. O terapeuta ajuda o paciente a vigiar e evitar pensamentos que o deixem mal. É um dos tipos mais indicados pra tratar a depressão, que muitas vezes, tem tudo a ver com a imagem que você faz de si mesma. Os resultados demoram poucos meses para aparecer.

3- Psicanálise: É o modelo criado por Freud e, logo, o mais antigo. Ele relaciona problemas atuais e desejos reprimidos da infância. Na sessão o paciente desabafa e o terapeuta faz algumas observações. A técnica foi modernizada por Lacan. Pode levar anos para fazer efeito.

4- Gestalt: O analista usa teatro e outras formas de representação para ajudar a pessoa a compreender seus sentimentos. Segundo essa técnica, o que pensamos e sentimos só pode ser entendido se for visto dentro de um contexto. Leva de 3 meses a mais de um ano para o paciente sentir as melhoras.

5- Interpessoal: O foco dessa técnica são as relações do paciente com a família, os amigos e namorado. É recomendada para quem passa por uma depressão leva causada por mudanças drásticas de vida, como a morte de um parente. Geralmente, demora de 3 meses a 1 ano para fazer efeito.


Aristides Volpato Cordoli, médico psiquiatra e autor de Psicoterapias: Abordagens Atuais.(ed. artmed). CH edº 1094- 11.abr.2010

domingo, 11 de abril de 2010

A Influência da Psicologia na Qualidade de Vida do Ser Humano.

A psicologia é a ciência que estuda o comportamento e seus aspectos psíquicos mentais, estuda também as psicopatologias. Sua importância é indispensável nas diversas áreas de atuação, seja ela: escolar, jurídica, clínica ou outros. Nas diferentes áreas a psicologia influência de maneira positiva e construtiva, seja ela humanização na assistência, no desenvolvimento, no aconselhamento de pesquisas científicas, enfim, na descoberta intrínseca de que o ser humano é bem melhor do que ele aparenta ser. O psicólogo junto com seus conhecimentos teóricos e práticos, em sua linha de trabalho, leva o ser humano a ajudar de forma preventiva e corretiva, amenizando suas dores emocionais e oferecendo suporte emocional para o indivíduo enfrentar suas limitações, suas inabilidades com garra e determinação, consciência e superação.
A psicologia não opera sozinha, ou seja, não é unilateral. O processo de mudança é dolorido e engloba muitos fatores. Nenhum psicólogo promove mudança em alguém por sua vontade própria, esse processo se chama bilateral, que depende do outro. Ele precisa estar aberto, centrado na mudança, necessita do autoconhecimento: o indivíduo se abre para o novo, para as experiências, para o despreendimento de um modo de vida antigo e passa a viver uma eterna construção. Nesse ponto nós vemos a influência dos pesquisadores da mente humana, promovendo mudanças nas vidas dos indivíduos ou nos grupos e consequentemente afetando o coletivo; trabalhando em cima da compreensão do comportamento manifestado pelo ser humano e não do julgamento do mesmo.
A psicologia fez, faz e fará parte da humanidade entendendo, compreendendo, facilitando e ajudando a todos os seres humanos, grupos e sociedades que sofreram pela falta de afetividade, pela bagunça nas famílias. É necessário a atuação do psicólogo para aliviar o que a sociedade consumista ( consumismo geral) tenta colocar na vida do indivíduo.
Quando se pode haver encontro da psicologia com o "cliente" é que poderá se perceber a boa influência da profissão tão louvável e linda, tão desafiadora e importante, que só pode promover mudanças a quem se permitir mudar.

- SUPERAÇÃO; MOTIVAÇÃO; RECONSTRUÇÃO.